quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

jardim botânico

Tarde de sol não muito forte, ideal para um passeio no Jardim Botânico:

[caption id="attachment_1263" align="aligncenter" width="500" caption="Todo mundo nu."]Todo mundo nu[/caption]

[caption id="attachment_1262" align="aligncenter" width="500" caption="Eu quero uma casa no campo..."]Robson Crusoé em pleno jardim botânico[/caption]

[caption id="attachment_1261" align="aligncenter" width="500" caption="Horas pra enquadrar a Vanessa entre as folhagens. Ela ainda estava sorrindo."]Horas pra enquadrar a Vanessa entre as folhagens. Ela ainda estava sorrindo.[/caption]

[caption id="attachment_1260" align="aligncenter" width="500" caption="- Mari, olha um artista! - diz Vanessa. - Hein? (fiquei procurando algum pintor em volta, mas pelo menos deu tempo pro click: é o Guilherme Leme.)"]Mari, olha um artista! - diz Vanessa. - Hein? (fiquei procurando algum pintor em volta, mas deu tempo para o click)[/caption]

copa

[caption id="attachment_1251" align="aligncenter" width="500" caption="É isso aí."]É isso aí.[/caption]

água de coco biscoito globo

cristoAh, cidade maravilhosa! Nada como uma semaninha no Rio para voltar renovada! Copacabana, Leblon, samba na Lapa, areia, futevôlei, água de coco, biscoito globo.

Logo que chegamos, o taxista nos contou que a zona sul estava muito tranquila depois que a polícia se instalou nos morros com suas unidades pacificadoras e expulsou os traficantes de lá. “Foram todos pra zona norte e oeste”, nos disse um colega seu.

Um grupinho tentou entrar no nosso táxi e o motora mostrou que estava ocupado. Depois nos explicou: “Não levo barraqueiro!”. Disse que bom seria se tirassem todos os traficantes do Rio de Janeiro. A Vanessa questionou para onde os mandariam. “Sei lá, pra São Paulo!”.

Ehehe: típica camaradagem carioca.

cristo2

punta del este

Eu estava cheia de expectativa com as férias, mas passei a virada do ano meio de corno virado. Em Punta del Este.

Algumas fotos tiradas pela Sílvia:

[caption id="attachment_1228" align="alignleft" width="500" caption="Só tu, hein, Sílvia! Onde já se viu abrir um álbum "Punta del Este" no Picasa com uma foto dessas? :)"]Só a Sílvia, mesmo... abrir o álbum Punta del ESte com uma foto dessas...[/caption]

[caption id="attachment_1227" align="alignleft" width="500" caption="Esta seria mais adequada, não?"]Esta me parece mais adequada.[/caption]

[caption id="attachment_1229" align="alignleft" width="500" caption="Ou quem sabe esta (bonitinho...)"]Ou esta (nem tudo é espírito de porco!)[/caption]

[caption id="attachment_1325" align="alignleft" width="500" caption="Cada nome de rua que se vê por lá...!"]Cada nome de rua que se vê por lá...![/caption]

[caption id="attachment_1231" align="alignleft" width="500" caption="Em homenagem à Cris: DUNKERQUE!"]E, em homenagem à Cris: DUNKERQUE![/caption]

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

os desamordaçados

Depois de algumas rusgas e dificuldades, foi lindo o nosso lançamento. Fica o registro:

[caption id="attachment_1199" align="alignleft" width="500" caption="1º de Agosto de 2009, Porto Alegre"]1º de Agosto de 2009, Porto Alegre[/caption]

mpf

Anteontem larguei o Eça de Queirós na cabeceira e me pus a ler as 250 páginas do primeiro volume da ação civil do MPF. Embora ache o fim do mundo a tal quebra de sigilo (o cidadão vai recorrer a quem no caso de se sentir exposto/lesado, se nem as instituições o respeitam?), meu lado humano, falho e curioso prevaleceu (fora o interesse jornalístico, literário e jurídico do caso).

Ignorante que sou (nunca havia lido uma ação desse tipo) e esquecendo tratar-se de uma peça acusatória, imaginava encontrar um texto sério, contido, que aspirasse à imparcialidade, e acabei me surpreendendo com o estilo.

Também me surpreendi com os personagens, tão próximos! Até o... deixa pra lá... Constrangedor foi ver algumas pequenices do dia-a-dia da AL expostas numa peça policial.

Registro a variação de termos para descrever a suposta quadrilha e suas atividades criminosas: “mega-esquema delituoso”, “verdadeiro pool empresarial da criminalidade”, “bureau criminoso”, “societas delinquentium”...

E alguns excessos:

exclamações duplas - "o escoamento, a sangria, o desvio dos já combalidos cofres estatais provocou dano estratosférico, na ordem de quarenta e quatro milhões de reais!!";

considerações sobre o caráter do gaúcho - "levantando-se o pano da cena delituosa e restando desnudada toda a fraude, o que tornou possível a identificação dos atores criminosos integrantes da quadrilha, urdida, arquitetada e desenvolvida nos bastidores acadêmicos e políticos riograndenses, tão decantados como supostos paradigmas de excelência e ética perante a Nação brasileira";

e até uma variante do “nunca antes na história deste país” - “Provavelmente, não exista precedente na história do Estado Sul-Riograndense de ‘estrutura empresarial' com tamanho aspecto organizacional e gerencial voltados para a prática criminosa”.

Fico por aqui.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

pare de reclamar e concentre-se nas coisas boas

Pois então... Na última semana de julho, quando minha analista adoeceu, as colegas tiraram férias, meus pais foram passear em Minas e eu fiquei na AL meio solita, brigando com tudo e com todos, desde a moça do cafezinho até as chefias mais graduadas, caiu-me em mãos esse livrinho bobo, de auto-ajuda. Ok, não foi bem cair, eu o vi na livraria e o peguei, interessada e consciente, mas enfim...

O livro propõe que se passe 21 dias seguidos sem reclamar - de si ou dos outros. Toda vez que o fizer, a pessoa deve trocar um objeto de lugar (pra tomar consciência do fato) e recomeçar do zero. Na hora, pensei: fácil, pelo menos agora, enquanto estou no shopping sozinha, já que resmungar pensando pode. E lá me fui a caminhar com meus pensamentos.

Não deu nem dois minutos, percebi o quanto me queixo... sozinha. Não em silêncio, mas em alto e bom som!

Passei a pulseira da mão direita para a mão esquerda gritando “droga, resmunguei” e, imediatamente, tapei a boca. Devolvi a pulseira para a mão direita e segui até o carro quietinha, atenta, pensante.

O livro alerta para isso. Que não nos damos conta do quanto nos lamentamos, seja pra aliviar a ansiedade, seja para puxar assunto. E, na linha de O Segredo, diz que com isso acabamos atraindo somente mais queixas e mais ansiedade.

Ainda não tenho uma posição formada sobre o assunto. Não consegui completar nem um dia. Prometo me manifestar a respeito quando tiver resultados.